
Boa governance é uma condição de competitividade
A governance empresarial não deve ser vista como um mero conjunto de obrigações formais, mas como um fator determinante de desempenho, credibilidade e criação de valor, defende Pedro Fontes Falcão, Diretor do do Instituto Português de Corporate Governace (IPCG), num artigo de opinião publicado pelo Jornal Económico. Este é um tema central para o presente e o futuro das organizações: a boa governance como condição de competitividade.
Ao longo do artigo, sublinha-se que da composição e independência dos conselhos de administração à transparência da informação e ao alinhamento dos incentivos, a qualidade da governação tem impacto direto na capacidade das empresas para atrair financiamento, gerir risco e sustentar o seu desenvolvimento.
A reflexão estende-se também ao setor empresarial do Estado, onde uma governance deficiente deixa de ser apenas um problema de gestão para assumir uma dimensão sistémica, com efeitos na competitividade da economia e na confiança institucional.
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