No seu mais recente artigo de opinião no ECO, Bruno Horta Soares, membro do Conselho Geral do IPCG, desafia a forma como a Corporate Governance tem sido tradicionalmente pensada e medida, alertando para o risco de os modelos atuais continuarem ancorados em métricas de conformidade processual que já não capturam a realidade operacional das organizações.



















































































































































